“Eu falei que nunca tratei com o deputado Eduardo Cunha falando esse termo ‘propina’. Agora, que é propina, é. É vantagem indevida, é propina. É isso mesmo.”As palavras são do lobista Fernando Baiano para descrever sua relação com o presidente da Câmara de Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

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Resolver a revisão do Código de Obras para benefício geral exigirá doses de paciência, negociações e bom senso de ambos os lados. Caso poder público e setor privado mostrem-se irredutíveis, a questão tende a ficar pior do que já está.O impasse entre profissionais da construção civil e engenheiros do setor de aprovação de projetos da prefeitura é um exemplo prático dos estragos causados por uma legislação desatualizada e repleta de pontos dúbios.De um lado, empreiteiros e engenheiros denunciam a burocracia que faz com que o município perca receitas, vagas de emprego de firmas que não conseguem se estabelecer e até mesmo corre o risco de ver construtoras demitindo ou fechando por falta de obras aprovadas. De outro, técnicos alegam que observam leis e normas, e expõem alta quantidade de projetos problemáticos, exigindo adequações e zelando pelos instrumentos de planejamento urbano e organização.

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Na terça-feira, 29, aos gritos de “Fora PT” e “Brasil para frente, Temer presidente”, o PMDB anunciou a sua retirada da base do governo Dilma Rousseff (PT). A reunião que selou o desembarque foi presidida pelo vice-presidente do partido, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), e durou três minutos.

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Na manhã de ontem, muitos acordaram em polvorosa com as notícias de que a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão e de condução coercitiva (quando o investigado é obrigado a depor) contra o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva.

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O dia 17 de abril promete ser decisivo para a história brasileira: amanhã acontecerá a votação em plenário, pela Câmara dos Deputados, do pedido de afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT).O cenário é bastante desfavorável à mandatária. Contagens de votos até a noite de ontem davam conta que a oposição, se não tem os 342 votos para a aprovação, está muito próxima de tê-los. Independente do resultado, o país vive uma crise de proporções históricas; seja com o presidente que for, o cenário atual de degradação não mudará a curto prazo.

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Se na semana passada a sexta-feira havia sido de polvorosa, com a inclusão das palavras “condução coercitiva” no vocabulário de boa parte dos brasileiros, nesta semana promotores de São Paulo trataram de colocar mais lenha no que já era um incêndio ao pedir a prisão do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.A três dias de manifestações de oposição aos governos petistas, promotores paulistas fizeram pedido de prisão preventiva de Lula visando garantir “a ordem pública, a instrução do processo e a aplicação da lei penal”. Segundo o texto, o petista pode, em liberdade, destruir provas e agir para evitar determinações judiciais.

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Na última quinta-feira, 28, o governo federal anunciou medidas para a liberação de até R$ 83 bilhões em crédito para setores como habitação, infraestrutura, agricultura e pequenas e médias empresas.

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