Na fauna das eleições, podem ser observadas dezenas e dezenas das mais variadas espécies do ecossistema eleitoreiro, desde as selvagens às domesticadas, originárias de habitats inóspitos, dotados de comportamentos fascinantes.

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Se reclamamos que o nosso nível de educação é péssimo, se os nossos índices de violência são elevados, se os nossos políticos são corruptos, se o nosso Judiciário é falido, os culpados somos todos nós sociedade. Aceitamos tudo isso, somos coniventes.

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O primeiro encontro da família Baldasso foi memorável. Dei-me conta do porquê ouvia há décadas uma denominação, e consegui decodificá-la neste domingo: “Baldassada”. Os banners na entrada do salão, os descendentes dos vários troncos com os olhos brilhando –e não poucos com lágrimas– queriam descobrir quem foram seus antepassados. Foram mais de mil pessoas de todos os recantos deste estado e outros que vieram se encontrar com o sangue dos pioneiros.
Lembrei-me de meu saudoso pai Gildo, que, não sei se por brincadeira ou não, dizia “árvore ginecológica”. Foram bilhões de espermatozoides e milhares de óvulos num tempo em que não se economizavam filhos.

Foi de arrepiar a entrada ao salão com o nosso Valmor Marasca seguido de um coral e a senhora Ignes Baldasso Zaro fazendo a semeadura do trigo, retrocedendo o quanto foi importante essa cultura para matar a fome da nossa gente. O trigo e o milho, o que seríamos nós sem eles para nos saciar o estômago. Marasca, com a música clássica, o hino a todos aqueles que já foram há muito tempo para o cemitério: “Bisogna ricordarsi dei nostri bisnoni”. Mais lágrimas e mais emoção.

Tenho na memória que no dia 1º de maio de 1953 o meu bisnono Celeste Baldasso morreu. Fui vê-lo. Ele estava num “paion de scartossi” de milho. Três anos depois em 1956, o meu nonno Fioravante também partiu. Os dois faleceram daquela doença outrora denominada de “brut mal”, o câncer.

Acho que os Baldasso são a família predominante no nosso município. Eles sempre foram bondosos, fervorosos, trabalhadores. Se queria vê-los felizes, era alguém desafiá-los para o canto. O local escolhido para o evento não poderia ter sido melhor. Aquele lote de número 65 onde está hoje a igreja e o cemitério de Torino, o embrião, a semente da multiplicação. À tarde, com toda aquela energia, todos queriam marcar o próximo encontro.

Uma das maiores heranças das nossas comunidades sempre foi a cooperação e a solidariedade nos momentos bons e ruins, mas se existe uma comunidade em que esses valores foram perpetuados, ela chama-se Torino. Aquelas mulheres na cozinha elaboram os alimentos para centenas de pessoas como se estivessem preparando um chá ou um chimarrão.

Obrigado, Nina, Tuca, Mônica e todos os que contribuíram para que esse domingo fique sempre guardado na memória dos jovens e adultos que lá estiveram.

Carlos Barbosa não é, na sua essência, uma cidade violenta em termos de assaltos, homicídios e atrocidades do tipo. Muito pelo contrário. Embora a criminalidade esteja em alta, ainda é possível andar na rua com razoável tranquilidade. O que não só a nossa cidade, mas a maioria dos municípios da Serra Gaúcha têm em comum é o fato de serem violentos em termos psicológicos.

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Neste mês de setembro de 2016, pouca coisa me irrita tanto quanto ler e ouvir a palavra “paralimpíada”, “paralímpico” e suas variações. O motivo é simples: a grafia está errada e constitui-se num verdadeiro atentado à língua portuguesa.

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Este texto é de autoria da minha irmã Nina, sobre a família Baldasso, que neste final de semana realiza seu primeiro encontro.

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Diz o jornalista e escritor português Miguel Sousa Tavares que o Brasil é um país eternamente adiado. Tavares é daqueles jornalistas à moda antiga, fumante compulsivo e notório criador de grossas polêmicas em seus comentários diários na televisão.

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