Colunista lembra da retirada dos trilhos no final dos anos 1980 e traça um paralelo com a atual discussão em torno do prédio histórico.

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O desastre áereo com o time da Chapecoense abalou o Brasil e o mundo, provocando uma infinidade de desconfortos a toda e qualquer pessoa que se propusesse a entender os porquês do incidente. Na tentativa de assimilar o massacre de 71 pessoas que viajavam rumo ao sonho da conquista internacional, aproximam-se algumas situações do olhar local.

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Acordei na manhã de quinta-feira com a aprazível notícia de que Bob Dylan foi agraciado com o Nobel de Literatura.

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Na seção Memória, o Juka reconstitui os cinquenta anos do Balneário Navegantes.

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Os sinos da Matriz fazem falta. Em agosto um raio danificou o sistema eletrônico que aciona os instrumentos e desde então a cidade está abandonada ao silêncio da torre.

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A ideia do Rio Grande soberano eternizou-se no brasão da província depois estado, na bandeira, no hino e nas premissas de quem vê a separação do resto do Brasil como um passe de mágica para o paraíso terrestre.

Dizem que um surto de carrapatos foi fator determinante para que estancieiros gaúchos se metessem a guerrear com o Império na época dos Farrapos. A ideia do Rio Grande soberano eternizou-se no brasão da província depois estado, na bandeira, no hino e nas premissas de quem vê a separação do resto do Brasil como um passe de mágica para o paraíso terrestre. Livre de carrapatos, é claro.

O Brasil é uma república –ultimamente mais uma republiqueta– enorme, o impávido colosso que abraça uma infinidade de identidades que certamente muitas vezes não se conversam, mas não é pela falta de interação cultural entre nordestinos e catarinenses ou rondonienses com cariocas que se erguem muralhas.

Quem vislumbra o Rio Grande ou o Sul como um país independente por “ser diferente” está cometendo um belo engano e logo daria de cara com desavenças internas entre o pessoal da Serra com a gente da Campanha ou a alemoada de Blumenau com a gringalhada do oeste paranaense.

Há quem levante a bandeira do separatismo por questões econômicas e sobre este ponto há duas análises rápidas e simples a serem feitas. A primeira é a inconveniência de se desejar independente na hora da crise. Ser amigo só no tempo do figo. E, depois, há que se pensar o quanto o estado gaúcho pode gargantear condições econômicas autossuficientes. Pouco.

Mais premente mesmo é a inconstitucionalidade. A lei máxima diz logo de cara que a nação é indissolúvel. Por mais que alguém pense em atropelar o documento com espingardas e boleadeiras, basta Brasília apertar um botão para desligar tudo do Mampituba para baixo: do abastecimento de energia ao sistema previdenciário; do atendimento à Saúde ao funcionamento do mercado. O torrão sulino tornaria-se de uma hora para outra uma inviabilidade completa. Por quantos meses ou dias os insurgentes conseguiriam pelear, não se sabe. Questão de horas, talvez.

Movimentos separatistas de regiões autônomas não engrenam, que dirá um estado ou dois atrelados a um pacto federativo. A Catalunha, por exemplo, não envia dinheiro para Madri e ainda assim não consegue encontrar-se em posição de independência. Só para ficar na Espanha, o País Basco idem, e com contrastes culturais mais fortes ainda.

“Ah, mas a Inglaterra saiu da União Europeia”, certo, mas o país dos Beatles sempre foi e continua sendo uma nação independente, apenas está deixando uma estrutura internacional de conveniências econômicas, e, dizem, já com uma ponta de arrependimento.

A crítica que boa parte do povo gaúcho sofre é de querer impor sua cultura como superiora, e isso é inadmissível. Formar um país a partir de uma noção ufanista e nazi, ops, nacionalista não pode dar certo.

É interessante pensar o Rio Grande como um país independente para se chegar à tão ignorada solução de que o povo quer e precisa mesmo é de uma bela reforma política no Brasil, com menos dinheiro para a União e mais autonomia aos municípios. O sentimento de pertencimento não depende de leis ou fronteiras. Para sentir-se paranaense, catarinense, rio-grandense não carece um Estado, muito menos na miséria. E se os carrapatos do gado não incomodam como há duzentos anos, pouco vai resolver fugir dos carrapatos de Brasília e instalar outros em Porto Alegre.

Buenos Aires é demais. Alguns dias na cidade, acompanhado por familiares e pelo Dudu, Eduardo, que não conhecia a capital. A cidade é um misto de Madri, Paris, Londres e, agora na região do Porto Madero, Nova York.

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